«Que tenho feito pelos outros e pela história?» Álvaro Cunhal
Blog As Vinhas da Ira
Ao meu Partido
Deste-me a fraternidade para com o que não conheço.
Acrescentaste à minha a força de todos os que vivem.
Deste-me outra vez a pátria como se nascesse de novo.
Deste-me a liberdade que o solitário não tem.
Ensinaste-me a acender a bondade, como um fogo.
Deste-me a rectidão de que a árvore necessita.
Ensinaste-me a ver a unidade e a diversidade dos homens.
Mostraste-me como a dor de um indivíduo morre com a vitória de todos.
Fizeste-me edificar sobre a realidade como sobre uma rocha.
Tornaste-me adversário do malvado e muro contra o frenético.
Fizeste-me ver a claridade do mundo e a possibilidade da alegria.
Tornaste-me indestrutível, porque, graças a ti, não termino em mim mesmo.
Pablo Neruda
Textos e ensaios da minha autoria
A imagem na realidade cultural do pós-modernismo (Setembro de 2007) texto teórico NOVO
A unidade entre socialismo e movimento operário. Uma questão candente (Agosto de 2007) texto político texto publicado n'O Diário NOVO
Recensão da obra Riqueza e miséria do trabalho no Brasil (Julho de 2007) texto teórico NOVO
Arte e sociedade: a obra literária e a construção social (Junho de 2007) texto teórico NOVO
A Revolução de Abril 33 anos depois: balanços e perspectivas (Abril de 2007) texto político - texto publicado n'O Diário NOVO
Nos 90 anos da Revolução de Outubro: o legado teórico de Lenine (Março de 2007) texto político - texto publicado n'O Diário NOVO
A cultura popular no processo de formação da classe trabalhadora (Fevereiro de 2007) texto teórico - comunicação a apresentar no V Colóquio Marx e Engels na UnicampNOVO
A transitoriedade lógico-evolutiva da categoria valor nos Grundrisse (Janeiro de 2007) texto teórico
O pós-modernismo como ideologia estrutural da instância cultural no capitalismo neoliberal (Janeiro de 2007) texto teórico
O equívoco esquerdista de Trotsky no "Programa de Transição" e lições para a actual luta de resistência contra o imperialismo neoliberal (Janeiro de 2007) texto político - texto publicado n'O Diário
A actualidade científica do conceito marxiano de exploração capitalista (Outubro de 2006) texto teórico
Breves apontamentos sobre o Estado neoliberal (Novembro de 2006) texto teórico-político - texto publicado n'O Diário
Recensão da obra One-Dimensional Man de Marcuse (finais de 2004) texto teórico
Acerca da Revolução de 1905 (Outubro de 2005) texto político
Porquê votar Jerónimo de Sousa (Novembro de 2005) texto político
Tecnologia e trabalho assalariado (Dezembro de 2005) texto teórico - texto publicado na Revista Crítica Social do NEG da Unesp (ver link abaixo)
Alguns elementos para uma caracterização do Sistema Capitalista Internacional (Janeiro de 2006) texto teórico - texto aprovado para o XI Encontro da Sociedade Brasileira de Economia Política a realizar em Junho de 2006; publicado na Revista Vértice de Novembro/Dezembro de 2006
A luta de resistência como pré-requisito da revolução socialista (Março de 2006) texto político - publicado em Resistir.info
Uma reflexão teórica sobre as relações entre Natureza e Capitalismo (Junho de 2006) texto teórico - publicado em Resistir.info
Horizontes espartilhados: a fragmentação das redes de sociabilidade cultural proletária. O exemplo do shopping center (Julho de 2006) texto teórico
Links de interesse político
PCP - Partido Comunista Português
JCP - Juventude Comunista Portuguesa
Núcleo de estudos da globalização (NEG)
Sociedade Brasileira de Economia Política (SEP)
Research Unit for Political Economy
Alguns blogs
Monólogos de um cavalheiro da triste figura
Outros links
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP)
Grupo de Estudantes de Sociologia da FLUP
Relatórios em várias línguas sobre Índices de Desenvolvimento Humano (PNUD)
Associação Nacional para o Software Livre (ANSOL)
«Por todos os lados as sementes cresciam, alongavam-se,
furavam a planície no seu caminho para o calor e a luz.
Um transbordamento de seiva escorria sussurrante, o ruído
dos germes expandia-se num grande beijo. E ainda,
cada vez mais distintamente, como se estivessem mais próximos
da superfície, os companheiros cavavam.
Aos raios chamejantes do astro, naquela manhã de juventude,
era daquele rumor que o campo estava cheio.
Homens brotavam, um exército negro, vingador, que germinava
lentamente nos sulcos da terra, crescendo para as colheitas
do século futuro, e cuja germinação não tardaria em fazer rebentar a terra».
Émile Zola, Germinal

